A presidenta Dilma Rousseff
visita nesta quinta-feira (24) a Arena Pantanal, que receberá quatro partidas
na Copa do Mundo, todas pela primeira fase da competição: Chile x Austrália (13
de junho); Rússia x Coreia do Sul (17 de junho); Nigéria x Bósnia-Herzegovina
(21 de junho); e Japão x Colômbia (24 de junho). O evento-teste oficial da Fifa
no estádio está agendado para o dia 26 de abril, com o jogo entre Luverdense x
Vasco, válido pela Série B do Campeonato Brasileiro.
Único estádio da Copa do Mundo a
não ter os quatro cantos fechados, com pelo menos um anel de arquibancada
contínuo, a Arena Pantanal se diferencia pelo projeto arquitetônico e pelas
ações de sustentabilidade. As “esquinas” foram deixadas livres, com o objetivo
de facilitar a ventilação cruzada dentro do local, que ainda conta com jardins
e árvores nas aberturas laterais, aumentando o conforto térmico na área interna
da arena.
“Visualmente, o gramado continua
pelos quatro cantos do campo, subindo pelos taludes que estão na base dos
grandes pórticos que sustentam as coberturas. Quem estiver fora terá uma visão
parcial do interior da arena”, disse o arquiteto Sérgio Coelho, sócio-fundador
da empresa responsável pelo projeto do estádio.
Construída em uma área de 300 mil
metros quadrados, que conta com bosque e lago, a Arena Pantanal tem uma
esplanada com 93 mil metros quadrados, ao seu redor, feita para facilitar a
circulação dos torcedores. O local foi pensado para abrigar diversos tipos de
eventos e será um novo ponto de lazer para os cuiabanos, com restaurante,
bares, passarela, jardins e uma escadaria, que pode servir como palcos de
shows.
Com uma área total construída de
107 mil metros quadrados, a arena terá capacidade para 44 mil torcedores, sendo
41.390 lugares durante o Mundial. O projeto foi concebido para que as
arquibancadas dos setores norte e sul (atrás dos gols) fossem removíveis.
Feitas em estrutura metálica, elas comportam 18 mil pessoas.








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